Dez 27, 2016

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Freguesia

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A Freguesia de Alcobertas situa-se a norte do Concelho de Rio Maior, a cerca de 12 quilómetros da sede, estendendo-se por uma área total de 32 km2. A paisagem e o ambiente têm características serranas, de transição para a Estremadura.

Alcobertas, vila desde 13 de Maio de 1999, é uma freguesia em que parte está inserida no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC), situando-se a sede de Freguesia nas coordenadas 39º 25’ 5,9’’ de Latitude Norte e 8º 54’ 32,19’’ de Longitude Oeste.
O topónimo “Alcobertas” tem origem árabe, derivando possivelmente de “alcoble” ou “al-coble”, que significa “pequena torre ou torrinha”. É possível que em tempos a construção mais elevada da região fosse o dólmen.

A 4 de Julho de 1536, por carta de D. Afonso, Cardeal de S. Brás, arcebispo de Lisboa, Alcobertas foi instituída como freguesia pertencente à Igreja Matriz de Alcanede.

Até 24 de Outubro de 1855, a freguesia pertenceu ao concelho de Alcanede, passando depois a integrar o de Rio Maior.

Sócios

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Sócio 1    Rancho folclorico de Chãos

Sócio 2    Junta de Freguesia de Alcobertas

Sócio 3    Alcobertas Futebol Clube

Sócio 4    Júlio Manuel Lopes R. Anacleto

Sócio 5    Fernando Manuel Nogueira Afonso

Sócio 6    Arlindo Manuel Valério Pires

Sócio 7    António Valentim Frazão Pinheiro

Sócio 8    Joaquim Frazão Santos

Sócio 9    Marcolino Seabra Martins Bento

Sócio 10  Manuel Marques da Piedade

Sócio 11  Carlos Manuel Frazão Neves

Sócio 12  Ana Paula Félix Nogueira

Sócio 13  Coop de Cap da Serra de Candeeiros

Sócio 14  Associação C R D de Ribeira de Cima

Sócio 15  Artur Manuel Seabra Neves

Sócio 16  Sérgio Manuel Piedade Nogueira

Sócio 17  Felismina Matilde Bento

Sócio 18  Pedro Mesquita de Sá Borges

Sócio 19  Célia Maria Do Rosário Seabra

Sócio 20  Manuel Nogueira Pinheiro

Sócio 21  Fernando Manuel Rodrigues M. Reis

Sócio 22  José Bernardino Silva

Sócio 23  Mário Luis Nogueira Ramos

Sócio 24  Ricardo Manuel Lopes Martins

Sócio 25  Manuel Antunes Pires

Sócio 26  Tiago Manuel Seabra Nogueira

Sócio 27  Gonçalo Maria Fernandes Ferrão

Sócio 28  Manuel Nogueira Ricarte

Sócio 29  Vírgilio Maria Carreira

Sócio 30  Otília Vitorino Ferreira Lopes

Sócio 31  Joaquim Jorge Ferreira Lopes

Sócio 32  Luis Manuel Duarte Morais

Sócio 33  Arsénio da Conceição Neves

Sócio 34  Fernando Artur Bernardo

Sócio 35  Humberto Laurentino S. Bonifácio

Sócio 36  Manuel Antunes Narciso

Sócio 37  Vírginio Ferreira Martins

Sócio 38  Bruno Romeu Martins Carreira

Sócio 39  Luis Alberto da Rocha B. Vicente

Sócio 40  Ramiro Bernardino Ramos Pinheiro

Sócio 41  Paulo Miguel Graça Gil Nunes

Sócio 43  Artur António Gonçalves Figueiredo

Sócio 44  Vera Cristina Silva Lopes

Sócio 45  Rui Manuel Clemente Henriques

Sócio 46  Maria Helena Bernardino Ramos

Sócio 47  Cooperativa “Terra Chã”

Sócio 48  Dinâmicas Naturais

Sócio 49  Vera Frazão

Sócio 50  Pedro Guedes

Sócio 51  Sandra Augusto

Sócio 52  Marta Correia

Sócio 53  Tiago Martins

Sócio 54  Bruno Ricardo Feitor

Sócio 55  Lino Laurentino

Sócio 56  Bruno Tomé Feitor

Sócio 57  Maria Jose Nogueira

Sócio 58  Deolinda Seabra

Sócio 59  Helia Zeferino

Sócio 60  Maria Martins

Sócio 61  Celeste Martins

Sócio 62  Lino Lopes

Sócio 63  Teresa Afonso

Sócio 64  Lino Augusto

Sócio 65  Júlia Henriques

Sócio 66  Maria da Luz Martins

Sócio 67  Patricia Fraga

Sócio 68  Elsa Morais

Sócio 69  Ana Miranda

Sócio 70  Rute Cruz

Sócio 71  Luís António Sousa Nogueira

Sócio 72  Nélia Catarina dos Santos Vitorino

Sócio 73  Edite Salomé Pires Sousa

Sócio 74  Diogo Ferrão

Sócio 75  Patricia Aguiar

Sócio 76  Lurdes Joaquina Sousa Nogueira

Sócio 77  Lucilina Nogueira

Sócio 78  Carla Filipa Ferreira Nogueira

Sócio 79  Hilário Manuel Pereira Sousa

Sócio 80  Joaquim Manuel Nogueira

Sócio 81  Fernando Félix Costa

Sócio 82  Liliana Marisa Vitorino Nogueira

Sócio 83  Augusto Antunes Sousa

Sócio 84  António Francisco Marques Guedes

Sócio 85  Luís Alberto Carreira Laurentino

Sócio 86  Pedro Alexandre V. Simão

Sócio 87  Rute Marlene Simões Ferreira

Sócio 88  Carlos Manuel Botequim Marecos

Sócio 89  Ricardo JorgeDuarte Frazão

Sócio 90  Joel David Silva Costa

Sócio 91  Manuel Fernando Conceição Ferreira

Contactos

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ADIAFA – Associação para o Desenvolvimento Integrado da Freguesia de Alcobertas

Rua Principal N.º 47, Fonte Longa, 2040-019 Alcobertas

Tel. 243 406 151

Telf. 961 485 637  (Sede)

Telf. 968 022 981 (Loja)

Fax. 243 405 383

E-mail:

Geral info@adiafa.pt

Presidente – Fernando Manuel Nogueira Afonso – afonso@adiafa.pt
Vice-Presidente – Luís Manuel Duarte Morais
Tesoureiro – Pedro Miguel Frazão Guedes – guedes@adiafa.pt

 

 

Protocolos

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Orgãos Sociais

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Assembleia Geral

Luís Manuel Duarte Morais

Luís Manuel Duarte Morais

Presidente
Fernando Félix Costa

Fernando Félix Costa

Vice-Presidente
Acácio Manuel Bonifácio Lopes

Acácio Manuel Bonifácio Lopes

Secretário

Direção

Fernando Afonso

Fernando Afonso

Presidente
Samuel Feitor

Samuel Feitor

Vice-Presidente
Diogo Emanuel Frazão Carmo

Diogo Emanuel Frazão Carmo

Tesoureiro
Ana Marta Domingos Morais

Ana Marta Domingos Morais

Secretário
Carlos Manuel Botequim Marecos

Carlos Manuel Botequim Marecos

Vogal
Tiago Jorge Frazão Marecos

Tiago Jorge Frazão Marecos

Vogal
Delfim Morais Infante

Delfim Morais Infante

Vogal

Concelho Fiscal

Pedro Miguel Frazão Guedes

Pedro Miguel Frazão Guedes

Presidente
Joaquim Manuel Nogueira

Joaquim Manuel Nogueira

Vice-Presidente
João Nuno da Silva Neves

João Nuno da Silva Neves

Secretário

Eixos de intervenção

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Tendo em conta o modelo de desenvolvimento que se persegue com as orientações estratégicas delineadas, definiram-se dois eixos de intervenção:

  • Eixo prioritário 1 – Reforço do Meio Rural na hierarquia do sistema regional
  • Eixo prioritário 2 – Valorização e Qualificação do Meio Rural

Relativamente ao Eixo prioritário 1 – Reforço do Meio Rural na hierarquia do sistema regional, as orientações estratégicas definidas implicam acções nos sectores de acessibilidade externas, sistema de equipamentos e infra-estruturas de apoio e dinamização da actividade económica.

No que refere ao Eixo 2 – Valorização e Qualificação do Meio Rural – as orientações definidas implicam acções no sistema de infra-estruturas e redes de serviços, na morfologia, na qualificação e preservação do ambiente, no património edificado e arqueológico.

Objectivos

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Desenvolver a Vila de Alcobertas perseguindo uma lógica de desenvolvimento local, com forte impacto no sector turístico, numa dinâmica territorial sustentável, um centro empregador e prestador de serviços à população, com equipamentos estruturados e motivadores das actividades e procuras.

Missão

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Produzir bem estar e aumentar a qualidade de vida e do ambiente, promovendo o otimismo e o dinamismo social e económico da região.

Regemo-nos pelos seguintes valores básicos:

Honestidade – Reconhecer e respeitar cada um dos nossos associados;

Lealdade – Bom ambiente e cordialidade entre a comunidade;

Credibilidade – Acreditamos que cada um tem coisas importantes para oferecer e partilhar;

Igualdade – Cada opinião diferente é uma mais valia, no respeito pela pluralidade de opiniões;

Trabalho em equipa – Todos os associados são equipa para construir uma economia mais social e solidária.

Estatutos

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CAPITULO I


(Denominação, sede e fim da Associação)

Art. 1º – A ADIAFA – Associação para o Desenvolvimento Integrado da Freguesia da de Alcobertas é uma associação sem fins lucrativos, com sede em Alcobertas, concelho de Rio Maior, com duração por tempo indeterminado.
Parágrafo único – A associação exercerá a sua actividade na freguesia de Alcobertas, podendo alargar a sua actividade às freguesias limítrofes.

Art.º 2 – A ADIAFA – tem por objetivo a dinamização , valorização e promoção das aldeias da freguesia de Alcobertas, das suas gentes, a nível económico, social, cultural e desportivo, do seu património, das suas tradições e saberes;

Art.º 3 – Para a realização dos seus objectivos a associação propõe-se:

a) criar oportunidades e definir estratégicas para o desenvolvimento integrado e harmonioso da freguesia, como forma de elevar a qualidade de vida dos seus habitantes e assegurar a renovação do meio rural onde se insere.

b) promover acções de formação e sensibilização como forma de potenciar as energias e estimular vontades;

c) Elaborar e executar planos de ações que valorizem o património arqueológico e construído, bem como outras potencialidades, nas seguintes áreas de intervenção: Agroalimentares e Florestas, Intervenção Social, Recursos Naturais Património e Turismo em Espaço Rural.

d) canalizar para a região recursos humanos, materiais e financeiros, e ainda projectos que sejam geradores de desenvolvimento;

e) apoiar e colaborar com pessoas, associações e entidades da freguesia e outras, que dinamizem iniciativas a favor da região.

CAPITULO II

(Dos sócios)

Art. º 4 – Podem ser associados pessoas singulares maiores de 18 anos e colectivas directamente interessadas nos fins e objectivos da associação .

Artº 5 – Haverá 3 categorias de associados: singulares, colectivos e honorários.

a) os associados singulares e colectivos ficam sujeitos ao pagamento de uma jóia de inscrição e quota a definir em Assembleia Geral.

b) a qualidade dos associados honorários é atribuída pela Assembleia Geral a pessoas singulares e colectivas cuja acção tenha sido ou seja relevante para os fins e objectivos da associação.

c) os associados honorários não estão sujeitos aos deveres, nem usufruem dos direitos dos associados ordinários.

d) os associados honorários poderão solicitar a passagem à categoria de associados ordinários.

Artº 6 – São direitos dos associados singulares e colectivos:

a) participar nas reuniões da Assembleia Geral;

b) eleger e ser eleito para os corpos sociais;

c) usufruir de benefícios e regalias decorrentes da actividade da associação, participando também em todas as actividades associativas.

Artº 7 – São deveres dos associados:

a) cumprir as disposições estatutárias e regulamentares da associação, bem como as deliberações dos corpos sociais;

b ) exercer com zelo dedicação os cargos para que forem eleitos e as funções que livremente aceitem dentro dos órgãos ou serviços da associação;

c) pagar pontualmente as suas quotas;

d) comparecer às reuniões da Assembleia Geral, bem como outras para que sejam solicitados

CAPITULO III

(Admissão e suspensão de associados)

Art.º 8 – As pessoas singulares ou colectivas que manifestam interesse em ser associadas deverão formalizar a sua intenção, junto da Direcção, por escrito, mediante proposta subscrita por um associado em pleno uso dos seus direitos.

Art.º 9 – Perdem a qualidade de associados ordinários, os associados que manifestem, por escrito, esse desejo ou que infrinjam normas estatuárias e regulamentares.

CAPITULO IV

(Corpos sociais)

Art.º 10 – São órgãos da associação:

a) Assembleia Geral;

b) Concelho Fiscal;

c) Direcção.

Art.º 11 – Os corpos sociais da associação serão eleitos para um mandato de três anos podendo ser reeleitos.

Art.º 12 A Assembleia Geral é o órgão soberano da associação e é constituída por todos os associados ordinários no pleno gozo dos seus direitos.

Artº 13– A mesa da Assembleia Geral é constituída por um presidente, um vice-presidente e um secretário.

Art.º 14 – Compete à mesa da Assembleia Geral:

a) dirigir e orientar os trabalhos da Assembleia.

b) conferir posse aos membros dos corpos sociais eleitos.

Art.º 15 – A Assembleia Geral será convocada pelo presidente da mesa, mediante aviso postal enviada aos associados em pleno uso dos seus direitos, com antecedência mínima de 8 dias.

Art.º 16 – A Assembleia Geral reunirá em sessões ordinárias (Novembro e Março de cada ano) e extraordinárias a pedido da Direcção ou Mesa da Assembleia Geral.

Art.º 17 – São competências da Assembleia Geral:

a) definir as linhas fundamentais da associação;

b) eleger os titulares dos cargos sociais;

c) apreciar e votar o orçamento e o plano de actividades;

d) apreciar e votar o relatório e conta de gerência , apresentados pela direcção, bem como o parecer do conselho fiscal;

e) aprovar os regulamentos internos da associação que vierem a ser criados.

f) deliberar sobre a aquisição onerosa e alienação de bens imóveis e outros bens da associação;

g) deliberar sobre a alteração dos estatutos e dos regulamentos internos, e sobre a extinção, fusão ou cisão da associação, bem como do destino do seu património;

h) as deliberações relativas à alteração dos estatutos e dos regulamentos internos exigem o voto favorável de pelo menos três quartos do número de associados presentes, excepto as deliberações sobre dissolução que exigem o voto favorável de pelo menos três quartos do número de todos os associados;

i) deliberar sobre a exclusão de associados;

j) atribuir a qualidade de sócio honorário;

Artº 18 – A Direcção é constituída por um presidente , um vice-presidente , um tesoureiro, um secretário e três vogais.

Art.º 19 – Compete à Direcção:

a) fazer a gestão administrativa e financeira da associação, bem como a coordenação de toda a actividade;

b) admitir novos associados;

c) filiar a associação em organismos nacionais ou internacionais, com fins e objectivos semelhantes;

d) deliberar sobre o estabelecimento de acordos de cooperação e protocolos com diversos organismos;

e) proceder à escolha e nomeação do Conselho Consultivo;

f) reunir ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente sempre que forem convocadas pelo presidente, por sua iniciativa ou a pedido de quatro ou mais dos seus membros;

g) a Direcção não pode deliberar sem a presença de, pelo menos quatro dos seus membros;

h) as deliberações da Direcção são tomadas por maioria simples de votos dos titulares presentes, tendo o presidente, além do seu voto, voto de qualidade em caso de empate.

Artº 20 – Obrigam activa e passivamente a associação duas assinaturas, de entre o presidente, vice-presidente e tesoureiro;

Art.º 21 – O Conselho Fiscal é constituído por um presidente, um vice-presidente e um secretário.
Parágrafo único – O Conselho Fiscal reunirá, pelo menos uma vez por ano, exercendo a fiscalização sobre a escrituração, emitir parecer sobre o relatório de contas da direcção.

Artº. 22 – a Direcção providenciará a formação do Conselho Consultivo, composto por personalidades de reconhecido valor e competência em áreas de interesse para o desenvolvimento da freguesia e que sejam sensíveis aos objectivos da associação.

a) A Direcção deverá ouvir o Conselho Consultivo na definição das grandes linhas de orientação, na elaboração dos planos de actividades e na avaliação das acções realizadas.

Artº 23 – A Direcção promoverá a elaboração dos regulamentos internos, se tal se justificar, submetendo-os à aprovação da Assembleia Geral.

CAPITULO V

(Disposições finais e transitórias)

Artº 24 – Naquilo em que os estatutos forem omissos, aplicar-se-á a lei geral

Hello world!

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